Encontro com técnicos da Defesa Civil vai orientar a população sobre como agir em situações de vazamento de gás, incêndio e outros riscos
No dia 8 de agosto, a Defesa Civil de Aracaju, órgão vinculado à Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seminfra), apresentará aos moradores da Zona de Expansão de Aracaju o Plano de Evacuação da Comunidade (PEC). O bate-papo com os técnicos será às 9h, na sede da Nacional Gás, localizada na Av. Melício Machado, bairro Atalaia.
O PEC será aplicado em casos de sinistros envolvendo vazamento de gás, incêndio ou situações de perigo relacionadas à distribuidora de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), localizada na região. As equipes realizarão rodas de conversa com orientações para que a comunidade entenda como deve agir em caso de necessidade.
“Esperamos que todos participem desse momento para entender quais são os riscos existentes na região. Dessa forma, a população saberá como proceder diante de um sinistro, evitando acidentes pessoais e coletivos”, explicou a engenheira Valéria Bispo, coordenadora-geral da Defesa Civil de Aracaju.
De acordo com o órgão, em todo espaço onde houver armazenamento de grandes quantidades de gás, existe o risco de vazamentos, incêndios e explosões, especialmente em áreas de transbordo. Ao ser disparado o som da sirene, o plano precisa ser posto em prática com urgência.
“Nessa situação, orientamos que o cidadão dirija-se ao ponto de encontro mais próximo. Se estiver dirigindo, saia do veículo, atente-se à sinalização vertical e siga para o local seguro. É importante aguardar no ponto de encontro até o fim da emergência”, pontuou o geólogo Bruno Martins, coordenador técnico da Defesa Civil de Aracaju.
Panfletagem
Na tarde da última quarta-feira, 5, os técnicos da Defesa Civil de Aracaju realizaram uma ação de panfletagem na região dos bairros Atalaia, Aeroporto e Aruana com a entrega de material informativo.
“Esse é um trabalho importante, porque tem gente que não sabe se livrar na hora da precisão. É muito benéfico para a gente, principalmente aqueles que não têm noção do que é esse perigo”, disse o aposentado Gildeinar Correia da Silva, que mora há 20 anos no Residencial Atalaia Sul.
“É importante que a comunidade chegue para entender o que é que se tem de orientação, para agir em uma situação de risco”, afirmou a vice-presidente da Associação do Residencial Atalaia Sul, Wilma Araújo.
Fonte: Assessoria de Imprensa

