O Rio Sergipe, que faz parte da paisagem de Aracaju e de outros municípios do estado, tem uma data dedicada à sua importância histórica, ambiental e cultural. Nesta terça-feira, 3 de novembro, é celebrado o Dia do Rio Sergipe, instituído pela Lei Estadual nº 5.618, de 2 de maio de 2005.
A data chama atenção para a necessidade de preservar um dos cursos d'água ligados à formação e ao desenvolvimento de Sergipe. Ao longo de seu percurso, o rio mantém uma relação direta com comunidades ribeirinhas, atividades econômicas e ecossistemas que dependem da qualidade de suas águas.
Na capital sergipana, o Rio Sergipe é um dos elementos mais conhecidos da paisagem urbana. Suas águas acompanham parte da cidade e integram o cenário de áreas de circulação, convivência e atividades relacionadas ao ambiente fluvial.
Mais do que uma referência geográfica, o rio carrega parte da memória de Sergipe, com uma presença que atravessa gerações e permanece ligada ao cotidiano da população.
Preservação depende de cuidados permanentes
A celebração também coloca em discussão questões ambientais que envolvem os rios sergipanos, especialmente a poluição, o descarte inadequado de resíduos e a necessidade de conservação das margens e dos ecossistemas aquáticos.
A proteção dos recursos hídricos exige medidas de saneamento, fiscalização ambiental e educação da população. A qualidade da água interfere diretamente nas condições de vida das comunidades próximas e na manutenção da biodiversidade.
O cuidado com o Rio Sergipe envolve responsabilidades do poder público, das atividades econômicas que utilizam seus recursos e da própria sociedade.
Lei estadual criou a data há 21 anos
O Dia do Rio Sergipe foi instituído pela Assembleia Legislativa por meio da Lei Estadual nº 5.618/2005, publicada no Diário Oficial do Estado nº 24.767, em 2 de maio daquele ano.
O artigo 1º da legislação estabelece o dia 3 de novembro como data anual de celebração do rio. A norma integra o calendário estadual e mantém em evidência sua importância para o patrimônio natural e cultural sergipano.
Em 2026, a lei completa 21 anos de existência. A data também oferece uma oportunidade para discutir as condições de conservação do rio e a necessidade de políticas públicas voltadas à proteção dos recursos hídricos.
Foto: Arthur D’Avila





